“A expansão das fabricantes no Polo Industrial mostra como segurança jurídica, reforma tributária e transformação do transporte urbano começam a produzir uma nova rodada...
"Da fábrica para a cidade, o recorde de Manaus abre uma nova agenda para o Brasil integrar indústria, emprego, tecnologia, mobilidade urbana e proteção...
O Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) reverteu sua decisão inicial e autorizou, na última quarta-feira (10), a continuação de uma licitação no valor...
A temporada de chuvas no Brasil nem começou direito e o cenário já é bastante preocupante. Diversos estados brasileiros sofrem com desastres climáticos como inundações e...
Governos nacionais enfrentam um desafio triplo no momento: recuperar-se crise econômica causada pela Covid-19, promover um desenvolvimento sustentável e inclusivo e solucionar a crise climática. Uma nova pesquisa mostra que focar nas cidades é fundamental para superar esses desafios e, ao mesmo tempo, gerar benefícios econômicos, sociais e ambientais.
Por: Secretaria Municipal de Comunicação
14/07/2021
Manaus vive um novo momento. A cidade está mais bonita e vem se organizando a cada dia. O colorido que...
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.