“…cabe a cada empresa que optou por empreender na Amazônia, zelar pelo contexto socioambiental sempre de acordo com os dispositivos legais em vigor. Ao setor público, concomitantemente, compete a gestão das demandas e interesses da cidadania, a responsabilidade última pelo bem estar geral”.
“Ao reconhecer e destacar as boas práticas e iniciativas sustentáveis, celebramos não apenas o Dia da Amazônia e do Amazonas, mas também os esforços contínuos de alguns para manter esse ecossistema vital para as gerações presentes e aquelas que virão”.
Alcançando cada vez mais novos e inesperados mercados, e mostrando que o futuro pode ser sustentável e próspero, o PPBio vem ajudando a impulsionar a bioeconomia na Amazônia utilizando recursos da Zona Franca de Manaus e investindo em startups e empresas comprometidas com a valorização de resíduos e produtos da biodiversidade criando inovação, riqueza, emprego e renda.
Para concluir o raciocínio, há algumas perspectivas que precisamos considerar sobre como encararemos a bioeconomia no Amazonas: será uma perspectiva de substituição de recursos já usados, como na transição da indústria de petróleo para outras soluções, como a biomassa? Será uma perspectiva de inovação tecnológica? Sendo inovação, faremos pesquisas nas áreas químicas, para alimentos, fibras ou combustíveis? Há quanto de orçamento público ou privado para isto?
O superávit acumulado da balança comercial em 2023 é de US$ 63,322 bilhões, o maior desde o início da série histórica em 1989. A safra recorde de grãos e a queda nas importações de combustíveis estão entre os principais fatores que impulsionaram esses números.
“O Fórum de Logística do Amazonas pôs mais uma vez em pauta o gargalo da navegabilidade no esplendor de seu desafio. E o que se percebe a partir daí é uma inquietação coletiva e fecunda que assegura sempre os avanços possíveis na perspectiva do necessário.”