“…a união entre a classe política e as entidades que representam a indústria instaladas na Amazônia - com o protagonismo de quem transforma impactos em oportunidades sustentáveis, geram 500 mil empregos e tantos benefícios, alguns historicamente adiados - está escrevendo a história de um novo momento marcado por ganhos políticos, econômicos, sociais e ambientais da maior relevância.”
“O passo seguinte é estimar os recursos humanos, tecnológicos e financeiros necessários para a implantação de diversos programas de bioeconomia alinhados com a indústria local, suas demandas e expectativas no adensamento participativo das cadeias produtivas.”
“Três empresários do CIEAM apresentaram suas boas práticas ESG no evento CIEAM/SUFRAMA. Sergio Capela, diretor da Visteon; Hamzah Ahmad Nasser, diretor da Electrolux; e Dahlson Bisker de Abreu, gerente da Tutiplast. Casos de sucesso de empresas que têm implementado a Agenda ESG com medidas eficazes para reduzir o impacto ambiental, promover a inclusão social e garantir uma gestão transparente e ética, participativa e, numa palavra, mutualista, ou seja, ações compartilhadas em que todos saem ganhando.”
A preservação da cobertura florestal no Amazonas ajuda a capturar e armazenar grandes quantidades de carbono atmosférico, contribuindo para a redução das emissões líquidas do estado. No entanto, as emissões da indústria e da população de Manaus ainda são substanciais e precisam de estudos adicionais demonstrativos para aferir se as emissões totais são completamente neutralizadas pela conservação florestal.
“O compromisso e a dedicação de Rogério Amato à indústria do Amazonas durante seu mandato na presidência do Conselho deixaram um legado duradouro e referencial de resistência e liderança em movimento, daí a homenagem, um sinal de nossa gratidão por seus esforços incansáveis”, disse Luiz Augusto Rocha, presidente do Conselho do CIEAM
“Em qualquer cenário, porém, tudo só irá mudar quando o Brasil assumir, adotar, enfim, abraçar a Amazônia, sair do discurso da soberania para praticar uma economia arrojada, corajosa e não destrutiva. Assim todos sairemos ganhando a começar pelo próprio Brasil e pelos brasileiros que terão orgulho de fazer parte da nova civilização que sempre será chamada de Amazônia, nossa Amazônia.”