“Convocado a debater com o poder pública as pautas do desenvolvimento, entidade da indústria quer compartilhar sua aprendizagem na geração de emprego, renda e oportunidades na Amazônia.”
Eis, pois, algumas pistas do que o CIEAM poderá oferecer aos anfitriões do Conselho Nacional do Desenvolvimento Industrial, nos temas da infraestrutura, mobilidade, integração produtiva,transformação digital, bioeconomia, descarbonização, recursos humanos, entre outras pautas. De quebra, dada a extrema desinformação sobre a Amazônia, e o que por aqui acontece, será uma oportunidade ímpar de mostrar com quantas ripas se constrói uma catraia.
“Uma passagem aos tempos áureos da borracha até chegar ao que nós somos hoje – uma região com um parque industrial com alta tecnologia empregada, proporcionando à nossa população emprego, renda e mais qualidade de vida, educação, saúde e segurança pública, colaborando com a preservação do meio ambiente, permitindo que o estado do Amazonas tenha mais de 90% de sua floresta preservada”. Silvana Aquino, presidente da Comissão de Recursos Humanos do CIEAM
inteligência artificial
“Tributos, Assuntos Legislativos e Jurídicos, Segurança, Desenvolvimento e Inovação… as Comissões Setoriais do CIEAM prometem não parar nem reduzir a obstinação para demonstração, em parcerias com a UEA, de que o Polo Industrial da Zona Franca de Manaus é o maior acerto de política fiscal para redução das desigualdades regionais do país e de proteção da Amazônia”.
“Com essa pauta e a presença do CIEAM, Comissão de Logística, um grupo numeroso de empresas, convidadas pela Vinci, gestora do Aeroporto de Manaus, e a Jabil, associada da entidade, debateram nesta quinta-feira novas alternativas e sugestões para melhoria do modal aéreo da Amazônia, um entrave na planilha de custos das empresas e um desafio para a inteligência de seus gestores e usuários.”
“E por que denominar esse movimento de gestão da transversalidade do CIEAM? O que tem a ver a Comissão de Assuntos Legislativos com a questão do potássio, ou do FCBio, o Fundo que deverá amparar a diversificação rumo à Economia Verde? Por que encrencar na Comissão de Logística com as tarifas absurdas do modal aéreo e a recusa do poder público em rever as tarifas de combustível na região que podem amenizar a questão.”