O motivo principal são as preocupações com o desempenho da economia global com o tarifaço, agravadas pelos efeitos das políticas comerciais protecionistas e seu impacto no comércio internacional e consumo de energia.
"Nosso papel deve ser o de promover pontes, não muros. Temos legitimidade para propor uma nova agenda de comércio global — baseada em sustentabilidade,...
O susto causado pelo tarifaço pode ser catalisador de mudanças. Para a indústria do Amazonas, isso pode significar diversificação da matriz produtiva, reindustrialização com base em ciência e tecnologia e maior eficiência logística. Em vez de recuar, é hora de avançar com inteligência.
Para a ministra, a medida enfraquece o multilateralismo e ameaça a cooperação climática internacional indispensável para enfrentar as mudanças climáticas.
Se Marx estava certo ao dizer que a história se repete como tragédia e depois como farsa, estamos diante do segundo ato desse drama econômico. A diferença é que, desta vez, a plateia já conhece o roteiro Trump e pode antever as consequências. Resta saber se os setores mais afetados — no Brasil e no mundo — reagirão a tempo ou se assistirão, passivamente, a mais uma reedição do protecionismo fracassado
Entre tarifas, tecnologia e soberania digital, Brasil e Estados Unidos atravessam uma nova fase de tensões. Na Amazônia, onde a experiência ensina que sobreviver nem sempre é resistir frontalmente, a lição parece apontar para outro caminho: firmeza estratégica, prudência e capacidade de diálogo