Se o país aceitar esse desafio, a BR-319 pode se tornar um laboratório de governança climática e social para o século XXI: uma rodovia vigiada por satélites, protegida por UCs, guardada pela fiscalização, estruturada pela regularização fundiária e animada por economias sustentáveis. Se continuar negando a si mesmo aquilo que já desenhou em norma, relatório e condicionante, o Brasil estará confessando outra coisa: que ainda não decidiu levar a sério nem a Amazônia, nem a própria República.
À frente da Suframa, Bosco Saraiva recuperou a autoridade técnica da autarquia, resgatou convergências com o governo federal e devolveu previsibilidade às empresas que sustentam o parque fabril.
Por isso, a pergunta retorna com ainda mais força. O que a Amazônia – sua indústria, sua inteligência e seus compromissos registrados no Manifesto – pretende entregar ao mundo após a COP?
"A floresta em pé é produtiva. A indústria dentro da floresta é estratégica. E a narrativa contra esse modelo é apenas isso: narrativa. Sem dados, sem lastro,...
A Agência de Inovação da Universidade do Estado do Amazonas (AGIN–UEA), sob liderança de seu diretor-executivo, Antonio Mesquita, iniciou na semana passada uma nova fase de cooperação estratégica entre universidade e indústria.
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.