O encontro entre Bio&TIC na Amazônia é metáfora da promissão: um romance em curso, fecundo e de longo prazo, onde cada capítulo depende da coragem de inovar e da capacidade de articular ciência, indústria e sociedade. A floresta em pé se converte em vetor de prosperidade e soberania, enquanto o Polo Digital e o Polo Industrial de Manaus tornam-se plataformas de projeção do Brasil no século XXI.
No estado do Amazonas, onde mais de 95% da cobertura vegetal original está preservada, pulsa um modelo que há décadas prova que é possível produzir riqueza sem destruir a natureza
O desafio da indústria da floresta é assegurar seu horizonte da segurança jurídica. Ela não pode ser reduzida a escudo circunstancial de grupos políticos. Precisa ser a base de um projeto nacional que assegure à Amazônia seu lugar no mundo como ativo econômico, ambiental e civilizatório
Denis Benchimol Minev, representante do setor privado na Amazônia junto à COP30, ao visitar o CIEAM, neste 17 de setembro, deixou uma mensagem clara e provocadora: “é hora de plantar árvores, rematar a Amazônia e preparar o futuro com coragem e pragmatismo”. Segundo ele, quem plantar a partir de 50 mil hectares pode, em apenas uma década, estar pronto para transformar sua iniciativa em negócio de impacto listado na bolsa de valores. E detalhou, mais uma vez, a operação.
O mutirão regenerativo é o atalho que nos permite plantar essa rota apinhadas de árvores da regeneração, da ciência, dignidade e paz. E a floresta em pé não é obstáculo a ser vencido. É a estrada que nos conecta ao mundo