A Amazônia, com sua vasta e intrincada rede de rios, sempre representou um desafio logístico para a indústria e o comércio regional. Com uma dependência total de balsas e navios, as vazantes extremas dos rios trazem enormes prejuízos. Em 2023, uma severa vazante expôs essa fragilidade logística, gerando perdas de até R$1,4 bilhão. No entanto, em meio à crise, emergiu uma parceria inovadora entre o Porto Chibatão, liderado por Jhony Fidellis, e o Centro da Indústria do Estado do Amazonas (CIEAM), representado por Augusto Rocha, professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e líder da Comissão de Logística.
O Brasil se encontra em um momento decisivo, em que é fundamental garantir a ordem e a justiça em diversas esferas. A atuação firme da Justiça Eleitoral no combate ao crime organizado e a urgência de regulamentar e fiscalizar as apostas online são questões que andam lado a lado. Ambas demandam ações coordenadas das autoridades para proteger o processo democrático, o bem-estar social e a recuperação econômica do país.
Ao combinar o paradigma proposto por Samuel Benchimol com as quatro características que identificamos como fundamentais para o desenvolvimento sustentável da Amazônia — a complexidade do bioma, a vulnerabilidade social, a inserção periférica e a pressão para o desmatamento —, torna-se evidente que os desafios são imensos e interconectados.
Há mais de três décadas, o Amazonas permanece isolado por sua única ligação rodoviária com o restante do Brasil, a BR-319, que está travada devido a questões ambientais e políticas. Enquanto isso, o potencial de nossos rios como hidrovias, uma solução evidente para enfrentar as eventos climáticos extremos, é sistematicamente postergado. A complexidade das necessidades logísticas da Amazônia é tratada com descaso, e o desenvolvimento da região é frequentemente marginalizado, enquanto críticas são dirigidas à sua planta industrial, a Zona Franca de Manaus, que contribui significativamente para a economia regional e nacional.
No contexto do Polo Industrial de Manaus, cabe à Comissão ESG do CIEAM garantir que essas políticas se traduzam em mudanças concretas e duradouras. A ação proativa e o comprometimento contínuo são essenciais para evitar que o discurso pró-equidade caia em descrédito, fortalecendo o papel das empresas da região como protagonistas na agenda de sustentabilidade e inclusão social