A cadeia produtiva do guaraná, um amontoado de oportunidades perdidas, requer uma coalizão efetiva entre poder público e setor privado, focada na criação de uma infraestrutura robusta, colaborativa e eficiente, que assegure o escoamento dos produtos amazônicos e valorize os saberes, a economia e a cultura local e regional
O compromisso de Dr. Noronha com a Zona Franca de Manaus era uma extensão de seu compromisso com o futuro da Amazônia e de sua gente. Em sua ausência, a responsabilidade recai sobre todos que compartilham de sua visão, para que a floresta continue a ser um patrimônio natural e, sobretudo, um exemplo de como o desenvolvimento pode respeitar a natureza e promover o bem-estar social
O novo fundo de manutenção da floresta em pé representa uma resposta às ameaças ambientais e, sobretudo, uma oportunidade única de colocar a Amazônia no centro de uma nova economia verde, que possa trazer prosperidade para a região e, ao mesmo tempo, garantir o equilíbrio climático e ambiental do planeta.
Utilizando seus ativos ambientais e cumprindo seus compromissos de proteção florestal, a Zona Franca de Manaus tem uma oportunidade única de se posicionar como um polo global de inovação tecnológica sustentável, integrando-se às cadeias de suprimento e às novas regras tecnológicas globais com uma visão de preservação e desenvolvimento equilibrado
“Vamos pautar para além de infraestrutura, os semicondutores, os drones subaquáticos e os veículos elétricos na redefinição e diversificação dessa relação econômica e fabril....
A COP16 oferece a chance de mostrar ao mundo que o Brasil está comprometido com a proteção de seu maior tesouro: a biodiversidade amazônica. E mais: este almoxarifado de vida é referência e paradigma de um novo estilo de vida, de relações sociais mais sadias, integradas, e em harmonia com os parâmetros naturais