A retirada dos benefícios fiscais ameaça o abastecimento de gás de cozinha, utilizado pela imensa maioria da população amazonense. Em um estado onde o transporte fluvial é vital, a segurança energética está intrinsecamente ligada à operação da refinaria.
A mobilização colaborativa exemplifica o impacto transformador do empreendedorismo judeu na Amazônia. Em um momento de incertezas, sua visão antecipou a necessidade de adensar e diversificar a economia regional. A refinaria de Manaus supriu a carência energética da região, e também abriu caminho para o desenvolvimento de novos setores econômicos.
Inserida no coração da Amazônia, a Zona Franca de Manaus (ZFM) tem um potencial econômico imensurável, sustentado por sua biodiversidade e riqueza cultural. Contudo, desafios significativos emergem no horizonte, especialmente com o encerramento das vantagens fiscais previstas para 2073. A Reforma Tributária trouxe à tona a urgência de planejar alternativas sólidas e sustentáveis para o futuro do modelo econômico regional.
ZFM é mais do que uma política fiscal; é uma estratégia nacional que equilibra o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental, promovendo justiça social na região mais vulnerável do Brasil.
A Zona Franca da Bioeconomia, em parceria com a Zona Franca de Manaus, pode representar mais do que uma resposta aos desafios regionais, mas um modelo para o mundo. Na COP 30, o Brasil tem a chance de apresentar ao planeta uma Amazônia que prospera sem destruir, que cresce sem desmatar e que lidera sem deixar ninguém para trás.
A Zona Franca de Manaus é um programa econômico de desenvolvimento regional que vai além de simples indicadores financeiros. Sua existência fortalece a economia da Amazônia, reduz desigualdades sociais e contribui para a preservação do maior bioma tropical do planeta
“Relembrando nossa história, com o passado escravocrata como um pano de fundo sombrio, é imperativo considerar a atualização dos direitos trabalhistas como um fator...