Enquanto o cenário global registra preocupantes retrocessos em políticas de sustentabilidade, diversidade e governança responsável, a Comissão ESG do Polo Industrial de Manaus (PIM) emerge como uma liderança transformadora. Este compromisso vai além de declarações: reflete avanços concretos que reafirmam o papel da Zona Franca de Manaus (ZFM) como uma força motriz para a economia sustentável, a proteção florestal e a inclusão social.
Diante do retrocesso, a mobilização individual e coletiva deve ser ampliada. Cada país, cada governo local, cada empresa e cada cidadão tem um papel a desempenhar para garantir que o Acordo de Paris seja mais do que um documento. É preciso que ele seja um pacto vivo, capaz de inspirar e direcionar ações concretas.
A desinformação em torno da Zona Franca de Manaus reflete uma crise maior: a incapacidade do Brasil de dialogar sobre suas desigualdades regionais. Narrativas simplistas, muitas vezes reproduzidas sem contexto, atacam o modelo da ZFM como uma “bolha de privilégios”, ignorando os desafios únicos enfrentados pela Amazônia.
Ignorância ou má-fé? A manutenção dos incentivos fiscais para a Refinaria de Manaus não é um privilégio, mas uma necessidade para assegurar a segurança energética e a justiça econômica no Amazonas.
Mais do que números, a Honda da Amazônia representa o casamento entre mobilidade e sustentabilidade, sendo um exemplo de como a indústria pode prosperar em harmonia com o meio ambiente. De Manaus para o Brasil e para o mundo, a marca continua a pavimentar um caminho onde a tecnologia avança sem deixar jamais a floresta para trás
No entanto, é decisivo que os recursos gerados pelo Polo Industrial de Manaus sejam revertidos para a própria região amazônica, priorizando investimentos em infraestrutura, bioeconomia e inovação tecnológica, beneficiando diretamente a população local.