“O futuro da Amazônia depende do reconhecimento de que a academia e a bioeconomia não podem mais operar em silos. A integração entre esses setores é essencial para o desenvolvimento de uma região que é vital não apenas para o Brasil, mas para o equilíbrio ecológico global.”
Pesquisadores do Max Planck Institute registraram, pela primeira vez, um orangotango de Sumatra usando folhas de uma planta com propriedades medicinais para tratar uma ferida facial, levantando novas questões sobre a automedicação intencional em primatas.
A partir de maio, o SUS em São Paulo começará a fornecer gratuitamente medicamentos à base de canabidiol para tratar diversas condições, incluindo epilepsia e câncer, após novas regulamentações aprovadas pela Anvisa e apoiadas por decisões judiciais favoráveis ao cultivo medicinal de Cannabis, o nome científico da maconha.
Cientistas do Equador estão estudando como as mudanças climáticas estão impactando as populações de borboletas, revelando uma alarmante diminuição na biodiversidade e expondo as severas limitações adaptativas dessas espécies frente a variações extremas de temperatura.
"Quem lidera as pesquisas sobre o tambaqui é a Embrapa de Tocantins, em parceria com uma iniciativa europeia de estudos em aquicultura, de orçamento ínfimo diante das verbas de P&D das gigantes da bolsa norte-americana. Ao atrair para a Amazônia parte dos orçamentos de P&D das grandes multinacionais de biotecnologia, pesquisas como a do Aldessandro serão rotina, permitindo aos amazônidas enriquecerem tanto na margem quanto no volume, por cadeias produtivas que hoje sequer imaginamos."
Pesquisadores analisaram oscilações de temperatura e eventos climáticos extremos, constatando que os prejuízos econômicos podem ser 50% maiores do que as estimativas anteriores baseadas apenas em médias anuais. A pesquisa publicada na Nature alerta para a urgência de reduzir as emissões de gases de efeito estufa para mitigar impactos devastadores das mudanças climáticas na economia global.