Utilizando castanha-do-brasil, óleo de pau-rosa e extratos de guaraná, pesquisadores da UEA promovem saúde e sustentabilidade com inovação tecnológica criando um protetor solar
“Momento seguinte começam em Manaus e em São Paulo os Workshops sobre Bioeconomia, sob a batuta de Adalberto Val, Jacques Marcovitch, Vanessa Pinsky, com foco nas Cadeias de Valor do Açaí, Cacau, Pirarucu e da Meliponicultura na Amazônia Brasileira. INPA, USP, UEA, UFAM, UFPA e muitos outros institutos e pesquisadores convidados. Daí, em junho de 2024, foi lançada a emblemática questão que irá ressoar por toda a Amazônia. BIOECONOMIA PARA QUEM?”
Brenno Amaro, professor do Instituto de Química da UnB, trabalha há anos para desenvolver a arbolina, um biofertilizante sustentável que pode aumentar a produção de uma cultura em até 40%, sem nenhuma toxicidade
A crise global da poluição plástica exige soluções urgentes e inovadoras. Projetos como o desenvolvimento de bioplásticos pelo mundo, incluindo iniciativas na Amazônia, mostram-se promissores. Descubra mais sobre as criações como o "plástico vivo" e o bioplástico amazônico e como eles podem ajudar o mundo.
Qual a real perspectiva da bioeconomia na Amazônia, aliando ciência, tecnologia e saberes tradicionais? Podemos superar o Complexo de vira-lata e ver o Brasil se transformar em um líder global da economia verde? De fato há um imenso e crescente espaço e um grande potencial na exportação de produtos e soluções de bioeconomia oriundos da biodiversidade amazônica
Estudo aponta que o desmatamento impulsionado pelo cultivo de soja, gerou uma perda de R$10 bilhões em serviços ecossistêmicos nas últimas três décadas. Pesquisadores sugerem alternativas sustentáveis e questionam a viabilidade do uso da Amazônia para agricultura intensiva.