Enquanto o mundo discute mecanismos para remunerar países que conservam suas florestas, a experiência da Zona Franca de Manaus emerge como um dos mais...
"Aproximação com o Polo Industrial de Manaus, expansão da infraestrutura da qualidade e foco em bioeconomia e indústria 4.0 marcam a estratégia do instituto...
“A agricultura brasileira caminha para uma escolha que definirá não apenas sua competitividade global, mas a saúde de uma geração inteira”
A agricultura brasileira vive...
O presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Celso Moretti, disse nesta segunda-feira (24) que o foco da empresa para os próximos anos...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.