Tag: Bioinsumos

Embrapa oferta 73 cursos gratuitos com certificado

Estão abertas as inscrições para 73 cursos gratuitos online da EMBRAPA. Todos eles podem ser feitos por pessoas de todo o país, já que...

Pesquisadores da Embrapa testam insumos biológicos para aumentar produção de lúpulo

Quase 100% do lúpulo usado nas cervejarias é importado O Brasil pode deixar de depender da importação de lúpulo, um dos principais ingredientes da cerveja....

Tutiplast e CBA avançam na prospecção de bioinsumos

O gestor do CBA, Fábio Calderaro, destacou: "identificamos que o setor termoplástico tem o maior efeito de encadeamento produtivo, logo pode gerar demandas para...

Embrapa lança programa de desenvolvimento para soluções tecnológicas

A unidade Recursos Genéticos e Biotecnologia da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), localizada em Brasília (DF), lança amanhã (22), um programa para acelerar...

Centro de Bionegócios da Amazônia: nutracêuticos, cosméticos e fármacos com a floresta em pé

A pedra fundamental do CBA foi lançada no apagar das luzes do Século XX. Seus padrinhos foram FHC e seu vice, Marco Maciel, filho e marido, respectivamente de mulheres amazonenses. Muita água rolou de lá pra cá,  mas pouca energia gerou a favor da sociedade. Enfim, depois de duas décadas e muitas disputas, na gestão Algacir Polsin, da Suframa, e com Fábio Calderaro à frente, o CBA, que havia nascido como Centro de Biotecnologia da Amazônia, passou a se credenciar como Centro de Bionegócios, no coração da maior floresta tropical do mundo e 1/5 do banco genético da Terra. Nessa sexta-feira, 6 de maio, de boas notícias para a Zona Franca de Manaus, a planta do CBA foi regada com o lançamento do Edital que lhe trará a definição de seu modelo de negócios, além, é claro, do esperado CNPJ. Ufa! Fábio Calderaro nos acolheu em seguida para uma prosa Amazônia. Confira.

5G e a denominação de origem da Amazônia 4.0

“A elaboração do projeto Amazônia 4.0, com as redes privativas de velocidade 5G, precisa recompor o mapa dessa biodiáspora do banco de germoplasma amazônico. Algo parecido foi iniciado em 2020 na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Lá os pesquisadores utilizaram tecnologias blockchain, automatização de máquinas, big data e computação em nuvem. Coisas que o 5G vai exponenciar“

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Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.