Um grupo de organizações da sociedade civil apresentou no Conselho de Direitos Humanos da ONU uma denúncia contra o desmonte das políticas ambientais do Brasil sob...
Alberto do Amaral avalia que o “presidente Jair Bolsonaro perdeu a oportunidade de mostrar a realidade do País e se comprometer com metas ambiciosas...
Enquanto Bolsonaro pintava la vie en rose na Assembleia Geral da ONU, uma expedição de ambientalistas na Amazônia mostrou os sinais da destruição da floresta. Em sobrevoo nos...
O presidente Jair Bolsonaro abrirá nesta 3ª feira (21/9), a partir das 10h (horário de Brasília), a reunião da Assembleia Geral da ONU em Nova York....
O ataque à ONU aconteceu um dia antes da abertura da Assembleia Geral da ONU, que aconteceu hoje, terça-feira, 22, com um discurso do Bolsonaro pela manhã.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.