Em tempos de protagonismo do setor privado, as empresas da região, especialmente às que operam sob o guarda-chuva da Zona Franca de Manaus, podem decidir se querem continuar ocupando o papel de caricatura — o tal “ventilador no meio da selva” — ou se estão dispostas a assumir o lugar de atores e promotores de uma economia amazônica que, enfim, decide produzir riqueza a partir da floresta em pé e da inteligência das pessoas que a habitam
A Zona Franca de Manaus nos desafia a ver além do imediatismo, buscando soluções que honrem a diversidade da Amazônia e a necessidade de prosperidade de seu povo. Como Edgar Morin nos alerta, o futuro pertence àqueles que reconhecem e enfrentam o erro e a ilusão.
A intensificação dos incêndios florestais na América do Norte, exacerbada pelas mudanças climáticas, está gerando fenômenos extremos como as nuvens pirocumulonimbus. Entenda os desafios e soluções para este problema crescente.
As propostas aqui sugeridas, frutos da gestão participativa desta entidade em festa, permitem vislumbrar que o desenvolvimento econômico do Amazonas esteja alinhado com a preservação do bioma florestal, garantindo um futuro sustentável para as próximas gerações.
Agora, a mudança climática surpreende tornando escasso um bem que nunca foi nomeado como tal: A água da Amazônia. Enquanto recalcitramos a pesquisar este ativo em todas as dimensões, da hidrossedimentação aos aquíferos, desfaz-se o imaginário de termos a vantagem quando água ficasse escassa no resto do mundo. Que triste, não nos é mais tão abundante.
Em tempos de protagonismo do setor privado, as empresas da região, especialmente às que operam sob o guarda-chuva da Zona Franca de Manaus, podem decidir se querem continuar ocupando o papel de caricatura — o tal “ventilador no meio da selva” — ou se estão dispostas a assumir o lugar de atores e promotores de uma economia amazônica que, enfim, decide produzir riqueza a partir da floresta em pé e da inteligência das pessoas que a habitam