Em tempos de protagonismo do setor privado, as empresas da região, especialmente às que operam sob o guarda-chuva da Zona Franca de Manaus, podem decidir se querem continuar ocupando o papel de caricatura — o tal “ventilador no meio da selva” — ou se estão dispostas a assumir o lugar de atores e promotores de uma economia amazônica que, enfim, decide produzir riqueza a partir da floresta em pé e da inteligência das pessoas que a habitam
"A floresta em pé é produtiva. A indústria dentro da floresta é estratégica. E a narrativa contra esse modelo é apenas isso: narrativa. Sem dados, sem lastro,...
"Relatos do Curupira: Quem não respeita a terra que pisa, se perde no caminho"
Eu, Curupira, senhor dos atalhos, fiscal dos caminhos tortos e defensor...
"Em um cenário de concessões que elevam o “custo Amazônia”, a defesa de não privatizar os rios torna-se urgente, especialmente quando o PIB amazonense...
Em tempos de protagonismo do setor privado, as empresas da região, especialmente às que operam sob o guarda-chuva da Zona Franca de Manaus, podem decidir se querem continuar ocupando o papel de caricatura — o tal “ventilador no meio da selva” — ou se estão dispostas a assumir o lugar de atores e promotores de uma economia amazônica que, enfim, decide produzir riqueza a partir da floresta em pé e da inteligência das pessoas que a habitam