“Qual é o projeto de Ciência e Tecnologia para a Amazônia que os candidatos (não) discutirão nestas eleições, como nunca discutiram desde o fim e a retomada da Democracia, em 1964-1989. Na leitura das pautas da Amazônia de C&T, meio ambiente de 4 dos candidatos ao governo, o mais do mesmo. Com a “novidade” de que o agronegócio – pasto e grãos - vai ser prioritário em caso de reeleição.”
E pensar que, depois de 15 mil anos de presença na Amazônia, os indígenas criaram soluções farmacológicas para quase tudo. Que tesouro inesgotável. Por que não investigar o poder dessas propriedades? Aqui só não temos remédio para cegueira atávica, ou surdez conveniente.
Agricultores familiares, assentados da reforma agrária e pesquisadores estão unidos para restaurar Áreas de Preservação Permanente e de Reserva Legal.
Bemol
É hora de construir, na diversificação, adensamento e regionalização dos polos industriais existentes na ZFM, os parâmetros adicionais da prosperidade inteligente, sob o signo do carbono zero e do atendimento das demandas sociais.
Hoje a Coluna Follow-up completa as notas do excelente debate denso sobre Redução das Desigualdades Regionais do Brasil, realizado no último 1º de agosto, por dois economistas de peso, Paulo Roberto Haddad - professor emérito da UFMG e Rodemarck Castelo Branco - professor da UFAM e consultor de empresas, em Manaus. O evento se deu no âmbito dos Diálogos da Amazônia, da Fundação Getúlio Vargas, sob a coordenação de Márcio Holland e Daniel Vargas, professores da instituição.
Um debate digno de ser incluído na agenda parlamentar amazônica e brasileira nas próximas eleições. Um debate denso sobre redução das desigualdades regionais do Brasil