A partir da programação proposta para o evento e que será apresentada no seu lançamento oficial, a ExpoAmazônia visa a alcançar milhares de atores locais para discutir sobre qual foco se pretende para o Polo de Bioeconomia amazônica e quais estratégias para o seu desenvolvimento. Da mesma forma, o evento tem por objetivo apresentar para a sociedade as duas matrizes econômicas viáveis para a região, em complemento às atividades do Polo Industrial de Manaus (PIM). Além disso, espera-se apoiar startups na mentoria e apresentação de seus negócios para investidores potenciais, bem como prospectar negócios e atrair estudantes e profissionais para o mercado de tecnologia.
Entrevista com Francisco de Assis das Neves Mendes
As relações de trabalho passaram por mudanças disruptivas recentes e novas formas de trabalho foram estabelecidas...
“Tecnologia da informação e comunicação, indústria e bioindústria 4.0, são produtos preciosos e consequências da economia da ZFM. Um caminho sem volta, queiram ou não queiram os paraquedistas ministeriais e seus vaticínios sinistros e ameaçadores. A melhor maneira de tratar com isso é fazer dessa cantilena uma novena de libertação e transpiração”.
O polo de bioindústria foi desenhado a partir das demandas da economia local e das saídas vislumbradas na diversidade biológica e mineral da região. Tudo ia bem até que começou uma querela estéril e danosa entre os ministérios que passaram a querer um CBA para chamar de seu, na suposição de que esse patrimônio lhes pertencia. Não pertencia e não pertence a ninguém, muito menos à União e seus escalões. É um patrimônio a serviço da Amazônia, das demandas de suas indústrias, das pequenas empresas que se beneficiam das verbas do Programas Prioritários da Suframa para empreendedores, nos programas e projetos a partir da floresta, de seu banco genético, que padece da inovação tecnológica.
“Para o cientista Niro Higuchi, a maior autoridade mundial em dinâmica do carbono na Amazônia, basta sistematizar os conhecimentos já consolidados para provar que o Polo Industrial de Manaus é superavitário em sua contabilidade ambiental e na neutralização do carbono”.
“Neste cenário, a Zona Franca de Manaus, a economia do Amazonas, baseada nos mecanismos de compensação fiscal para redução das desigualdades regionais - ora completando 55 anos - se insere positivamente com seus avanços e desafios, nos propósitos e compromissos da Rede Brasil e sua adesão ao Pacto Global.”