“Se o país retirar este convite, as empresas da ZFM migram sabe-se lá para onde, de onde vão exportar com muito mais vantagens para o Brasil, deixando em seu lugar a economia do vale-tudo por dinheiro e os benefícios que valem nada para a cidadania.”
Oxalá os candidatos de toda a Amazônia se comprometam em entender, proteger e compartilhar as alternativas da Amazônia para o bem dos Amazônidas… Este é o primeiro passo de uma longa e proveitosa caminhada da mais dadas.
Ora, é no Congresso Nacional que as coisas acontecem. Apostar, portanto, na construção da bancada da Amazônia, preferencialmente de toda a Amazônia, é algo fundamental e promissor.
No último levantamento, perto de 500 pesquisas e programas de extensão atuantes na Amazônia foram registrados pela USP. Dessa vez, com a criação da AmIT, Instituto de Tecnologia da Amazônia, uma sigla que mistura Tecnologia, Inovação e Biodiversidade, a expectativa de resultados com excelência se amplia pela mobilização de seus atores.
A soberania brasileira sobre a Amazônia, cá pra nós, é tema de redação na escola fundamental. Hoje, o que significa de fato? Diante de tanta impunidade, violência, insegurança em todos os níveis, acesso facilitado às armas e redução dos recursos para os órgãos de fiscalização… essa soberania, de sentimento pátrio e premissa de vigilância, virou uma frustrante bravata
E por que isso não é feito? Por que os governantes e a classe política só raciocinam com o critério quadrienal eleitoral? Há um vício de análise e de solução dos problemas, ou é necessário pereniza-los na lógica perversa do messianismo eleitoreiro?