“E nesse contexto, baseado no prestígio internacional que as organizações do Observatório da BR-319 desfrutam, vamos ser sensatos: a rodovia precisa voltar a funcionar urgentemente e ser monitorada insistentemente para evitar o desmatamento letal. Ela não é o problema e pode ser a solução para evitar o desmatamento. Sim, pra isso mesmo, para obrigar o Poder Público a cumprir seus compromissos com a comunidade internacional na COP-26, Glasgow- outubro 2021, de zerar o desmatamento até 2030. Só faltam oito anos, a chance que temos de recompor o protagonismo ambiental que deixamos escapar pela insensatez da gestão ambiental da Amazônia ora em curso. Ou será que existe alguma maneira de proteger o bem natural que não seja atribuir-lhe uma função econômica?”
Quem não viu este amontoado de acertos foram os últimos governantes do Brasil. Um após o outro nada fizeram para apostar e abraçar um grande projeto de diversificação da economia local. E não se deram conta que o Estado do Amazonas, pelas riquezas aqui geradas e pelo percentual de floresta conservado, deveria ser assumido como a maior política ambiental do país.
“A elaboração do projeto Amazônia 4.0, com as redes privativas de velocidade 5G, precisa recompor o mapa dessa biodiáspora do banco de germoplasma amazônico. Algo parecido foi iniciado em 2020 na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Lá os pesquisadores utilizaram tecnologias blockchain, automatização de máquinas, big data e computação em nuvem. Coisas que o 5G vai exponenciar“
"Na expectativa da velocidade digital do 5G, falamos de quarta revolução industrial, uma onda em frenético movimento, onde o conjunto de tecnologias disponíveis permite...
Nosso melhor e talvez o único caminho passa pela Ciência, Tecnologia e Inovação, um conceito sofisticado/avançado de educação e promoção do processo civilizatório para uma geração atrasada, analógica e esquecida pelas prioridades da gestão pública. Se adotamos a via do conhecimento, da interpretação e transformação do mundo real, nada será como antes em todos os setores em que a mudança se impõe. Seja a desigualdade, o negacionismo e a sadia competitividade e a criatividade que nos exijam prontidão para mudar, reduzir riscos e custos, os riscos do atraso e os custos da insensatez.