Coluna Follow-Up

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Educação infantil no Brasil: quase universal, profundamente desigual

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Borboletas da Amazônia: veja 30 espécies e descubra como suas cores e comportamentos revelam a beleza e a diversidade do bioma.

Riscos elevados de estagnação mundial – Coluna Follow-Up

Em síntese, se o quadro de recessão mundial se confirmar, o Brasil estará em péssimos lençóis, tendo de promover consolidação fiscal para corrigir a sanha populista do governo atual.

ZFM, por que a mudança se faz necessária?

Temos clareza de que não há alternativas, nem a curto nem a médio prazo, e talvez nem a longo prazo, para substituir a Zona Franca de Manaus, sua magnitude, importância e necessidade que este programa de desenvolvimento regional ganhou ao longo desses 55 anos. Jaime Benchimol, economista e empresário. 

Quem é o maior beneficiado pela Zona Franca de Manaus? 

“Temos a obrigação de defender a Zona Franca de Manaus sim, mas antes de corrermos para Brasília para pedir socorro às autoridades, nossa obrigação maior é buscar nossas próprias soluções” Jaime Benchimol, presidente da Sociedade Fogás Ltda.

Centro de Bionegócios da Amazônia: nutracêuticos, cosméticos e fármacos com a floresta em pé

A pedra fundamental do CBA foi lançada no apagar das luzes do Século XX. Seus padrinhos foram FHC e seu vice, Marco Maciel, filho e marido, respectivamente de mulheres amazonenses. Muita água rolou de lá pra cá,  mas pouca energia gerou a favor da sociedade. Enfim, depois de duas décadas e muitas disputas, na gestão Algacir Polsin, da Suframa, e com Fábio Calderaro à frente, o CBA, que havia nascido como Centro de Biotecnologia da Amazônia, passou a se credenciar como Centro de Bionegócios, no coração da maior floresta tropical do mundo e 1/5 do banco genético da Terra. Nessa sexta-feira, 6 de maio, de boas notícias para a Zona Franca de Manaus, a planta do CBA foi regada com o lançamento do Edital que lhe trará a definição de seu modelo de negócios, além, é claro, do esperado CNPJ. Ufa! Fábio Calderaro nos acolheu em seguida para uma prosa Amazônia. Confira.

Nossos colaboradores são o esteio de nossos empreendimentos, cuidar deles não é ônus. É um precioso bônus! diz João Mezari, diretor da MotoHonda da...

Conselheiro do CIEAM e diretor da Moto-Honda da Amazônia, João Batista Mezari é o que se pode chamar de factótum, pelo tamanho de sua disponibilidade e colaboração. Na semana passada, recebeu a Medalha Tiradentes(*), um reconhecimento da Polícia Militar do Estado do Amazonas, por seu desempenho na coordenação do grupo Anjos da Guarda, um projeto do Polo Industrial de Manaus. São iniciativas e ações efetivas para resguardar a segurança dos trabalhadores da Distrito Industrial. “Nossos colaboradores precisam ir e vir com segurança”. Eles são o esteio dos investimentos de Manaus. Cuidar deles não é ônus. É um valioso bônus. Essa é a razão de buscar envolvimentos das empresas e recomendar o uso de tecnologias adequados para o combate da violência que atormenta os colaboradores da Indústria. Destinada a autoridades civis e militares, a Medalha Tiradentes é entregue a membros da sociedade que prestaram relevantes serviços à causa pública. A cerimônia de entrega da comenda foi realizada no Teatro Amazonas, nesta quinta-feira, (21). A solenidade militar homenageia Tiradentes, Herói Nacional e patrono das Polícias Militares do Brasil. Confira:

Bioeconomia e Tecnologia, eis o binômio de nossa retomada e evolução, diz Sandro Breval

Um dos mais importantes precursores do movimento da indústria 4.0 no Polo Industrial de Manaus, o pesquisador Sandro Breval(*), pós-doutor em Inovação Tecnológica, e um dos fundadores do portal Brasil Amazônia Agora, é um dos mais qualificados cérebros da Quarta Revolução que se apresenta no Amazonas. Integrante da organização da EXPOAMAZÔNIA BIO&TIC 2022, em junho próximo, ele prevê que “será um divisor de águas, a partir de nós mesmos, pelos conhecimentos e oportunidades que estaremos partilhando e sacramentando. O Brasil deixará de nos olhar apenas como seu fornecedor de receitas. Temos mais do que tributos para oferecer. Será que Brasília nos vê como pobres tecnologicamente e nos enxerga muito distantes para acessar parcerias? Longe é a China, a Amazônia está mais perto do que nunca, em busca apenas de conexão e interoperabilidade, para expansão de sua maturidade em amplos significados, direções e contribuições que podemos oferecer”.

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