Coluna Follow-Up

Ecossistemas que transformam: a ANPROTEC e o novo ciclo tecnológico da Amazônia 

"Uma Amazônia que deixa de participar apenas dos debates...

Projeto do Idesam completa 15 anos com 77 mil mudas plantadas na Amazônia

Projeto do Idesam completa 15 anos com 77 mil mudas plantadas e 101 hectares restaurados na Amazônia.

Petrobras pode voltar ao setor de mineração? Nova parceria por minerais críticos aponta esse caminho

Petrobras e BNDES firmam acordo sobre minerais críticos, mas avanço reacende debate sobre mineração, petróleo e transição energética.

O Brasil que Brasília e São Paulo ainda não enxergam

"Encontrar soluções únicas para um país complexo e grande...

O lamento e o alento do ensaísta

A luta continua em várias frentes por tempo indeterminado e indeterminável, na defesa da Amazônia e de nossa gente, dos descalços, dos famintos e dos excluídos. Contra o desmatamento e a destruição do bioma, das águas, das populações tradicionais e dos direitos constitucionais. [...] O lamento do professor Augusto procede e nos concede identificar um alento para seguir adiante

O Brasil precisa fechar o ralo do desmatamento, diz Daniel Vargas do IBRE-FGV

“…temos uma ferida aberta que jorra hemorragicamente na economia nacional, que é o desmatamento da Amazônia. É preciso computa-lo nesse cálculo e tratar esse tema como prioridade nacional, para que nossos méritos não sejam ocultados por nossos vícios” - Daniel Vargas

O IPI, longe de ser o problema do Brasil, é o suporte econômico da Amazônia 

A indústria brasileira, fonte de empregos em massa, mas carente de suporte de ciência, tecnologia e inovação, e sem infraestrutura competitiva, se atrofia a cada dia. Remover o IPI sem nada colocar em seu lugar significa rasgar a Constituição

Indústria do Brasil tem via de mão única: Ciência, Tecnologia e Inovação 

“A transformação por que passa a indústria em todo o mundo exige cada vez mais investimentos em inovação, o que depende de ambiente e estímulos adequados. Exige também mão de obra cada vez mais criativa e cada vez mais preparada para o desempenho de múltiplas funções, cada vez mais complexas”.

“ZFM: o momento é delicado, entusiasmante e desafiador”- diz Lúcio Oliveira, o primeiro presidente-executivo do CIEAM

Presente na paisagem habitualmente e desafiadora da ZFM, o advogado e administrador Lúcio Flávio Moraes de Oliveira, aceitou o desafio que, provavelmente, é um dos maiores de sua vida: dirigir uma entidade de classe do Polo Industrial de Manaus, sob ataques que se resumem à  incompreensão nacional no trato da Amazônia, tanto da mídia tradicional como do poder público. Entretanto, com uma experiência robusta no assunto que lhe conferiu o título de conselheiro emérito do Centro da Indústria do Estado do Amazonas, Lúcio topou e já pôs o pé na estrada: ajudar o Amazonas e a Amazônia Ocidental, mais o Amapá, a resguardar seus empregos e manter sua base econômica.

Na Amazônia, a hora da interlocução é sempre agora

A pavimentação de uma economia legal na Amazônia, o programa Zona Franca de Manaus, permanece válida na medida em que, nenhuma atividade econômica - disponível no radar de um planejamento estratégico regional - é capaz de substituir as conquistas dessa intuição na geração de empregos, oportunidades e proteção do patrimônio natural.

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