Depois das queimadas, Pantanal vive caos humanitário

O cenário descrito por Raphaela Ramos e Renato Grandelle em O  Globo é dramático. Depois de meses de seca e queimadas históricas, o Pantanal vive hoje um caos humanitário: de acordo com dados do Instituto Homem Pantaneiro (IHP), cerca de 13 mil pessoas foram impactadas pelo fogo no Mato Grosso e no eixo entre Corumbá e Serra do Amolar, no Mato Grosso do Sul.

Muitas famílias viram o fogo chegar às portas de suas casas, que queimou a vegetação, a lavoura e os animais de suas propriedades e do entorno. Sem ter como se manter, a falta de comida e de água potável virou um problema crônico em diversas áreas. “Precisamos que as autoridades abram os olhos para socorrer nosso Pantanal e a vida ribeirinha”, alertou a pescadora Leonida Aires de Souza à reportagem. “Nós não queremos ir para a cidade. Somos ribeirinhos, pantaneiros, nossas famílias vivem aqui há centenas de anos. Pedimos que as pessoas enviem alimentos, e vamos fazer o reflorestamento”.

Fonte: ClimaInfo

Redação BAA
Redação BAA
Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

Artigos Relacionados

Duas rodas, novos investimentos e a mobilidade que passa por Manaus

“A expansão das fabricantes no Polo Industrial mostra como...

Petrobras identifica hidrocarbonetos na Foz do Amazonas, mas não confirma petróleo

Petrobras identifica hidrocarbonetos na Foz do Amazonas, mas resultado ainda não confirma petróleo, gás ou viabilidade comercial.

Plantas raras consideradas extintas são reencontradas em Minas Gerais por cientistas

Plantas raras são redescobertas em Minas Gerais após décadas sem registros e serão estudadas para reprodução e reintrodução na natureza.

Aurélio Michiles: “Honestino não é um filme nostálgico. É um alerta”

"Em entrevista ao Brasil Amazônia Agora, Aurélio Michiles define Honestino como...

O PNL 2050 e a logística da desigualdade

"PNL 2050 concentra os principais eixos rodoviários nas regiões...