À frente da Suframa, Bosco Saraiva recuperou a autoridade técnica da autarquia, resgatou convergências com o governo federal e devolveu previsibilidade às empresas que sustentam o parque fabril.
O Amazonas encerra 2025 com uma notícia que muitos insistiram em não enxergar, embora estivesse escancarada nos dados oficiais: a economia da floresta voltou...
A COP30 será histórico para o Brasil. E a Amazônia não chegou dividida. Nossa força está na mensagem única: nós produzimos, conservamos e incluímos. A floresta em pé não é uma bandeira abstrata; é um projeto econômico completo, onde indústria, agro, inovação, ciência e comunidades caminham juntas.
Quando uma manchete vira meme fiscal, o dado se transforma em arma ideológica. É o que volta a acontecer com a recente coluna “COP em Belém e bilhões para ar-condicionado em Manaus” — mais um capítulo da longa tradição de desinformação que criminaliza a Amazônia e seus instrumentos legítimos de desenvolvimento.
O Polo Industrial de Manaus leva à COP 30 a prova viva de que desenvolvimento sustentável não é promessa, é performance: 500 mil empregos, 97% da floresta preservada e até R$ 23 bilhões por ano em mitigação de carbono não reconhecida