O Polo Industrial de Manaus leva à COP 30 a prova viva de que desenvolvimento sustentável não é promessa, é performance: 500 mil empregos, 97% da floresta preservada e até R$ 23 bilhões por ano em mitigação de carbono não reconhecida
Enquanto manchetes travestidas de técnica reforçam preconceitos fiscais, a indústria da floresta continua devolvendo ao país o que muitos não reconhecem: soberania, trabalho e futuro.
Num país que a desinformação de alguns setores insiste em confundir renúncia com investimento, a Amazônia segue pagando a conta do preconceito fiscal travestido de um power-point caduco.