Os moradores cultivam mudas de árvores nativas nas agroflorestas, como andiroba e castanheira, garantindo fonte de renda sustentável e fortalecendo tanto a preservação ambiental, quanto a autonomia indígena.
Alimentos como manga, café e algumas leguminosas exemplificam como agricultores estão adotando novas culturas, técnicas e locais de cultivo à medida que o mundo aquece.
A Zona Franca de Manaus tem uma oportunidade única de se reinventar e liderar uma nova fase do desenvolvimento amazônico. A união entre Tecnologia da Informação e Comunicação e bioeconomia pode criar um modelo econômico mais resiliente, sustentável e alinhado às exigências do século XXI. Esse caminho além de ser uma estratégia para tornar a ZFM mais competitiva; é uma necessidade para garantir que o desenvolvimento da Amazônia ocorra sem comprometer sua biodiversidade e suas populações.
Bioeconomia na Zona Franca de Manaus e o papel decisivo da Tecnologia da Informação e Comunicação
O valor cobrado aos desmatadores inclui os custos estimados para recuperação ambiental, indenizações por dano moral coletivo e a compensação por enriquecimento ilícito.