O futuro da transição energética na Amazônia é um futuro de parcerias, de escuta ativa das comunidades e de uso estratégico da tecnologia. A floresta em pé pode – e deve – ser também uma fonte de energia limpa e de prosperidade para o Brasil. O ESG não pode ser apenas um discurso: ele precisa iluminar caminhos, literalmente.
A quantidade de resíduos de coco descartados em Aracaju sobrecarrega a coleta domiciliar e gera um custo anual de aproximadamente R$ 900 mil para a limpeza pública da cidade; como biocombustível, o que antes era lixo pode ser útil ao setor de transportes.
Para tornar esses cenários uma realidade, é essencial estabelecer parcerias estratégicas entre governos, empresas, organizações da sociedade civil e instituições de pesquisa. A transição energética na Amazônia demanda um esforço coletivo para consolidar um novo modelo de desenvolvimento, onde a preservação da floresta seja sinônimo de prosperidade e inovação.
Após pressão por explorar novas áreas de petróleo, ministro Alexandre Silveira também declara que o país deveria avançar na exploração do gás de xisto, atualmente importado da Argentina.