A legalização do cânhamo industrial não deve repetir os vícios de cadeias predatórias: concentração de terras, apagamento de saberes locais, exportação de matéria-prima sem valor agregado. Ao contrário, deve inspirar uma nova economia: da floresta que cura, da ciência que emancipa, da produção que regenera.
Em um mundo onde reputações são construídas (ou destruídas) em tempo real e as decisões empresariais impactam ecossistemas inteiros, a Governança Corporativa deixou de ser apenas uma prática recomendada: ela se tornou uma exigência estratégica.
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.