Detida na última 3ª feira (17/1) por participar de protestos contra a expansão de uma mina de carvão na Alemanha, a ativista Greta Thunberg foi liberada...
Um levantamento da Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), feito em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), apontou para um salto de cerca de...
As grandes petroleiras, por trás de juras verdes e renováveis, estão investindo, e muito mais exploração de fósseis. Os frutos desses investimentos, além de...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.