O Pará, estado que sediará a COP30 em novembro, lidera a lista com o maior número de cidades entre as dez primeiras com pior qualidade de vida, totalizando sete; é lá onde vive o povo indígena Munduruku, que vive sob ameaça de garimpeiros na Amazônia Legal.
Perda progressiva das capacidades motoras causa paralisia completa em doentes; a inovação pode representar qualidade de vida aos enfermos
Pesquisadores conseguem fazer portador da síndrome...
Hoje, olhando pra trás, refletindo sobre nossa colaboração, descobrimos que, provavelmente, fomos nós, empresários, mobilizados na AÇÃO SOCIAL INTEGRADA das entidades da Indústria da ZFM, os mais agraciados com a preciosa satisfação que o exercício da SOLIDARIEDADE nos legou. Isso não tem preço.
João Paulo Lotufo avalia que o consumo de álcool, mesmo que de forma moderada, atinge o desenvolvimento do cérebro, provocando lesões
A reflexão que se...
Novos indicadores seguem recomendações da ONU e usam variáveis da pesquisa 2017-2018. Medidas vão de zero a um, sendo que, quanto mais perto de zero, menor a perda.
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.