Tag: qualidade de vida

Amazônia Legal concentra as cidades com pior qualidade de vida do país, aponta relatório

O Pará, estado que sediará a COP30 em novembro, lidera a lista com o maior número de cidades entre as dez primeiras com pior qualidade de vida, totalizando sete; é lá onde vive o povo indígena Munduruku, que vive sob ameaça de garimpeiros na Amazônia Legal.

Tecnologia permite comunicação a portador de ELA avançada

Perda progressiva das capacidades motoras causa paralisia completa em doentes; a inovação pode representar qualidade de vida aos enfermos Pesquisadores conseguem fazer portador da síndrome...

Na Amazônia, ESG significa Sustentabilidade e Solidariedade

Hoje, olhando pra trás, refletindo sobre nossa colaboração, descobrimos que, provavelmente, fomos nós, empresários, mobilizados na AÇÃO SOCIAL INTEGRADA das entidades da Indústria da ZFM, os mais agraciados com a preciosa satisfação que o exercício da SOLIDARIEDADE nos legou. Isso não tem preço. 

O consumo de álcool na adolescência compromete o cérebro

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Esta floresta vertical melhora a qualidade de vida na cidade

Condomínio tem mais de 400 árvores e 4 mil arbustos incorporados à fachada de prédios

Pretos e pardos têm maior perda de qualidade de vida que brancos

Novos indicadores seguem recomendações da ONU e usam variáveis da pesquisa 2017-2018. Medidas vão de zero a um, sendo que, quanto mais perto de zero, menor a perda.

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

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O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.