O tempo urge, nossa independência chega ao bicentenário e a economia da Amazônia tem tudo para contribuir nos fundamentos da economia sustentável e inovação tecnológica da nova e exuberante civilização brasileira.
Quem não viu este amontoado de acertos foram os últimos governantes do Brasil. Um após o outro nada fizeram para apostar e abraçar um grande projeto de diversificação da economia local. E não se deram conta que o Estado do Amazonas, pelas riquezas aqui geradas e pelo percentual de floresta conservado, deveria ser assumido como a maior política ambiental do país.
A Amazônia, sua gente desempregada com seus benefícios postergados, já não pode esperar. Afinal, nossa contribuição, no cenário atual, supera todas as expectativas.
As novas matrizes demandarão uma outra categoria de investidores que buscará novas categorias de mão de obra. O Amazonas precisará se habilitar. Os jovens que têm hoje 20 anos de idade e as crianças que nascerão amazonenses nos próximos 20 anos ainda contarão com a oportunidade concreta de trabalhar em função do PIM. A subsistência obriga a busca dos empregos disponíveis e não dos empregos potenciais.
“Insistimos, ainda, na extinção do PPB, uma invenção burocrática para vetar o adensamento da Indústria de Manaus, menos de 1% dos estabelecimentos fabris do Brasil.”