Servidores da Suframa estiveram em unidades das empresas Decathlon e Tecumseh para aprimorar conhecimentos sobre Processos Produtivos Básicos (PPB) que estão em discussão e que são relevantes para a Zona Franca de Manaus (ZFM).
E nós não podemos ficar de braços cruzados para conferir se, dessa vez, vamos figurar pra valer no sumário dos programas prioritários da República. Ou não será preciso espernear que o fim da Zona Franca de Manaus será uma crise humanitária de graves proporções, envolvendo todas as tribos e populações originárias e operárias da Amazônia?
Com seus objetivos inseridos na Constituição Brasileira, a Suframa padece de autonomia financeira e administrativa para exercer com mais efetividade a um dos propósitos fundamentais da Constituição do Brasil, “erradicar a pobreza, a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais”, aquele que mais se agravou ao longo dos últimos anos.
“A transformação por que passa a indústria em todo o mundo exige cada vez mais investimentos em inovação, o que depende de ambiente e estímulos adequados. Exige também mão de obra cada vez mais criativa e cada vez mais preparada para o desempenho de múltiplas funções, cada vez mais complexas”.
Para a bancada do Amazonas, cada empresa, cada trabalhador e cada faturamento do Polo Industrial de Manaus é importante, não devendo deixar ninguém para trás.
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.