Apesar dos esforços para conter as chamas que ainda avançam no Pantanal brasileiro e demandam atenção, é urgente planejar a recuperação do que foi destruído.
Penso que o principal avanço, provisoriamente chamado de Nova ZFM, se deu com a formulação de uma proposta, consensual e bem fundamentada, com rumos assertivos para sua efetivação
“ Se a Zona Franca de Manaus é essencial para manter a soberania brasileira sobre a Amazônia, porque vetar seu fortalecimento, por que manter o maldito PPB para evitar que novas indústrias venham para Manaus, ou mesmo atentar contra sua existência, senhor Ministro?”
Há um consenso entre os arautos da mudança liberal, com forte apoio midiático do Sudeste, segundo o qual a Bioeconomia cumprirá o papel messiânico de renovar a paisagem sócio econômica do Amazonas
Inventaram o PPB para embargar nosso direito legal de fabricar qualquer coisa que nos aprouvesse em Manaus, com incentivos fiscais vetados a apenas 5 categorias de produtos.
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.