Cientistas encontraram uma possível nova fonte para da substância que não depende da fotossíntese e chamaram de oxigênio negro. Contudo sua origem é também muito requisitada por mineradoras para a produção de "tecnologias verdes" e preocupa especialistas sobre o provável impacto ambiental dessa exploração
Cientistas ficaram surpresos ao avistar uma baleia-cinzenta ao sul de Nantucket, marcando um evento raro, já que a espécie era considerada extinta no Atlântico há 200 anos. Este avistamento, potencialmente ligado às mudanças climáticas, desafia o entendimento atual sobre a distribuição desses mamíferos marinhos.
Em uma descoberta surpreendente, pesquisadores confirmam que a Amazônia já foi um extenso e salgado mar, revelando uma conexão histórica com o Mar do Caribe e transformando a compreensão da região.
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.