A capacidade do homem de alterar definitivamente o ambiente tem impressionado cientistas: o plástico dos oceanos estão se integrando ao ciclo geológico marinho
Microplásticos tem se tornado uma ameaça para o meio ambiente e para a saúde humana, esses cientistas brasileiros criaram uma nova forma de contribuir para a identificação e estimativa desse poluente.
O Projeto Baleia Jubarte realizou a estimativa que confirma a expectativa de crescimento da populaçao de baleias-jubarte no litoral do Brasil após a espécie ter passado por severo risco de extinção
Estudo feito por cientistas da UFRN que buscaram entender a relação do aumento do número de resíduos de plásticos e o comportamento alimentar dos peixes
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.