Estudos preliminares revelam traços interessantes sobre a natureza e o comportamento da variante. Cientistas sul-africanos, mantendo-se na fronteira da ciência, apresentaram a pesquisa mais...
Medicação tem potencial de evitar que variante se replique nas células
A farmacêutica Pfizer garantiu, nessa terça-feira (18), que estudos realizados em laboratório sobre o tratamento...
Liberação, no entanto, está condicionada à ausência de sintomas
O Ministério da Saúde decidiu reduzir de dez para sete dias o período recomendado de isolamento...
Tratamento demonstrou redução de até 78% nas hospitalizações e mortes
A China deve aprovar, no próximo mês, o primeiro medicamento contra a covid-19 desenvolvido por...
Até agora, 76% da população já foram totalmente imunizados
Crianças de 3 a 11 anos vão começar a receber vacinas contra a covid-19 na China, onde 76%...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.