Uma investigação sobre o garimpo ilegal na Amazônia revelou 309 casos de pessoas em situação de tráfico humano, sendo que 57% das vítimas são mulheres migrantes, muitas submetidas à exploração sexual.
As estruturas usadas para o garimpo ilegal estavam localizadas em áreas remotas da unidade de conservação, que abriga comunidades ribeirinhas e indígenas
Recrutados por garimpeiros ilegais, muitos indígenas Munduruku foram atraídos pela promessa de renda rápida diante da falta de alternativas sustentáveis e políticas públicas eficazes nas aldeias.
O documento também propõe programas para monitorar os níveis de mercúrio nos peixes consumidos pelas comunidades da Amazônia e apoio social aos pescadores afetados pela contaminação em regiões de garimpo ilegal.