“A rigor, o Fundo de Sustentabilidade da Amazônia já existe. São fundos que já foram criados, são mantidos e legalmente assegurados pela ZFM, mais precisamente pelas empresas do Polo Industrial de Manaus. Eles são focados, de modo especial, na interiorização do desenvolvimento. São repasses que já existem, e faz muito tempo, mas não foram capazes de remover os deploráveis IDHs do beiradão, portanto, ainda não são efetivos. Quando é que vamos parar para por em pauta essa questão?”
“Certamente, as Comissões Setoriais do CIEAM, em linha com as instituições de pesquisa regionais e as estruturas de qualificação e treinamento de SESI e SENAI, historicamente encarregadas dessa tarefa, poderão avançar o desafio da diversificação na cadeia de suprimentos”.
Presidente do Conselho Superior do CIEAM, Luiz Augusto Rocha, se une aos conselheiros da entidade, onde a participação feminina cresce e aparece, e aos responsáveis pelas Comissões Setoriais, para prestar contas e destacar planos da nova gestão.
“A entidade CIEAM está escrevendo a história de lideranças empresariais, sacudidas e sustentadas pela insistência de tantos heróis da resistência e suas respectivas comissões, devotadas e compromissada com a base civil, em nome da nova ordem, a justiça social, tendo o progresso econômico e sustentável por finalidade, na direção da prosperidade geral da Amazônia e nossa gente. Longa vida, CIEAM, associados, aliançados e encarregados das múltiplas funções no exercício do protagonismo, da solidariedade e da habilidade de quem escolheu ser e crescer uma entidade em movimento..”
Tranquiliza a todo nós recordar que o relator da Reforma é o senador Eduardo Braga, alguém que está presente, de modo ativo e atento , em todas as discussões e processos de prorrogação do prazo de vigência da Zona Franca de Manaus, momentos de decisão . Essa presença sempre foi muito decisiva nas etapas em que o programa ZFM já estava inserido na Constituição Brasileira de 1988.
“É quase US$ 1,5 bilhão a cada ano para serem gerenciados na direção do combate aos lastimáveis IDHs do Amazonas. Com isso, aliançados pelo compromisso coletivo, podemos gerir os recursos públicos com mais eficiência, transparência e visão de futuro, incentivando investimentos em áreas estratégicas, como inteligência artificial e biotecnologia voltada para a saúde, fios da meada Amazônia.”