“Qual é a possibilidade de se instaurar uma nova revolução tecnológica na Amazônia a partir da recuperação fabril dos semicondutores? A resposta está no meio de nós, sem a menor conformidade com a dúvida cartesiana. De quebra, Manaus, num futuro não muito distante, poderia resgatar a vaidade de ser o maior Polo Tecnológico EletroBioEletrônico da América do Sul”.
"O competente CATE está com a nobre missão de tentar impedir a mais prejudicial das estiagens, a “fiscal” da ZFM. O píer do Chibatão não poderá interferir neste processo, e a sua solução para a estiagem dos rios perderá o sentido se a “estiagem fiscal” se instalar."
"Quem lidera as pesquisas sobre o tambaqui é a Embrapa de Tocantins, em parceria com uma iniciativa europeia de estudos em aquicultura, de orçamento ínfimo diante das verbas de P&D das gigantes da bolsa norte-americana. Ao atrair para a Amazônia parte dos orçamentos de P&D das grandes multinacionais de biotecnologia, pesquisas como a do Aldessandro serão rotina, permitindo aos amazônidas enriquecerem tanto na margem quanto no volume, por cadeias produtivas que hoje sequer imaginamos."
“Portanto, fica evidenciada a extraordinária relevância da aproximação colaborativa entre o CMA, Comando Militar da Amazônia e o PIM, Polo Industrial de Manaus, um movimento promissor rumo a um desenvolvimento mais integrado e estratégico, vital para o progresso sustentável e seguro da Amazônia e do Brasil como um todo.”
Uma indústria de defesa, portanto, se posiciona como um novo vetor de desenvolvimento econômico e tecnológico, na diversificação no Polo Industrial de Manaus (PIM). São sinergias potenciais entre as capacidades industriais locais e as necessidades estratégicas das Forças Armadas do Brasil. O encontro, realizado na sede do Comando Militar da Amazônia - CMA, foi visto como uma plataforma de oportunidades para a indústria da Zona Franca de Manaus. Saltam aos olhos essas oportunidades na Base Industrial de Defesa (BID), sinalizando uma nova era de colaboração e inovação.
“Felicidade e chão de fábrica, uma equação que merece reflexão e partilha. Há muitos relatos e iniciativas corporativas para olhar e qualificar as relações, descobrir habilidades e conhecimentos que podem ser assimilados no cotidiano, para além dos certificados, na perspectiva de novas práticas, melhores níveis de satisfação e criatividade em grupos.”