"Mas nem todos os diferentes tipos de projetos de investimentos diretamente produtivos têm a capacidade de gerar renda e emprego na Floresta mantendo-a em pé. Os projetos de investimentos em Bioeconomia, são sem dúvida as que melhor se adaptam a esse escopo. Nos cenários de uma Nova Economia da Amazônia, são destacados o PIB e o Emprego na Bioeconomia."
"Como avaliar o sistema capitalista brasileiro do ponto de vista de uma Grande Transformação para superar os problemas estruturais do País? Como ampliar o campo de oportunidades dos jovens que vêm se graduando em um sistema educacional de acessibilidade cada vez mais democrático? Como erradicar a pobreza extrema e atenuar a distribuição da renda e da riqueza?"
O portal BrasilAmazôniaAgora elaborou uma lista da diversidade e riqueza das frutas da Amazônia, uma fonte inexplorada de sabores exóticos e potencial bioeconômico para inovação sustentável.
“A integração da bioeconomia com o Polo Industrial de Manaus representa, pois, uma trilha para fomentar a inovação, a sustentabilidade e o desenvolvimento econômico...Em um mundo que clama por soluções sustentáveis, a Amazônia emerge como um laboratório vivo repleto de oportunidades através da bioeconomia. Além de um ativo publicitário promissor. A Natura, uma gigante da cosmética, não deixa de ser um exemplo de como a utilização sustentável de princípios ativos amazônicos pode ser turbinada e economicamente lucrativa. Através de campanhas que enfatizam sua conexão com a Amazônia, a empresa não apenas aumentou sua receita, mas também fortaleceu a imagem de um negócio comprometido com práticas sustentáveis.”
“A mobilização de atores públicos e privados - exatamente para proceder ao mecanismo inteligente da prevenção - torna-se essencial nesse contexto para desenvolver e implementar iniciativas que se adaptem às novas realidades impostas pelo clima e pelo desenvolvimento regional.”
Atento e participativo nos desafios da infraestrutura logística na Amazônia, o professor Augusto Cesar Barreto Rocha oferece uma visão crítica e profunda sobre o problema. É eloquente sua percepção dos obstáculos enfrentados: culturais, propositais e circunstanciais. E sua clareza é contundente: “o Brasil, historicamente, não tem integrado a Amazônia como parte essencial da nação”. Falta vontade política e sobra visão econômica predatória de quem prefere explorar a desenvolver a região.