A transformação da Amazônia em um centro de bioeconomia sustentável está moldando um futuro em que inovação e conservação caminham juntas, impulsionando o desenvolvimento econômico sem comprometer o meio ambiente.
“A história recente e os indicadores econômicos do PIB mostram que a geração de empregos e a diversificação criativa de postos de trabalho são fundamentais para um crescimento econômico saudável e inclusivo, e qualquer reforma na estrutura dos impostos deve considerar esses fatores para ser verdadeiramente eficaz e socialmente benéfica.”
Não obstante todos esses problemas climáticos, é imprescindível que não nos descuidemos de continuar insistindo na implementação de uma política industrial forte, que nos dê condições de desenvolvimento em bases mais modernas. Com esse pensamento, a CNI, junto de federações e associações industriais entregaram a Declaração pelo Desenvolvimento da Indústria e do Brasil a ministros do governo.
“É imperativo que as empresas, reguladores e investidores trabalhem juntos para criar um sistema onde a sustentabilidade seja uma prioridade real, baseada em dados concretos e verificáveis. Apenas assim poderemos enfrentar os desafios ambientais e sociais de nosso tempo e construir um futuro mais justo e sustentável para todos aqueles alcançados pelos benefícios da Zona Franca de Manaus, na Indústria da Floresta”.
“Além de assegurar a ‘produção’ de água e amenizar as temperaturas locais, a recuperação da Caatinga também constitui uma estratégia vigorosa de combate à pobreza e à fome (…) Enquanto isso, o cientista Niro Higuchi destaca que as empresas do polo industrial de Manaus deveriam explorar mais a ‘sombra climática’ de seus negócios, estudando o papel da floresta nas ciclagens de água, carbono e energia, além de contribuir para a educação e pesquisa ambiental.”
Qual a real perspectiva da bioeconomia na Amazônia, aliando ciência, tecnologia e saberes tradicionais? Podemos superar o Complexo de vira-lata e ver o Brasil se transformar em um líder global da economia verde? De fato há um imenso e crescente espaço e um grande potencial na exportação de produtos e soluções de bioeconomia oriundos da biodiversidade amazônica