A crise fiscal não é apenas contábil — é uma crise de prioridades políticas e de governança territorial. Em vez de sufocar a União com vinculações, indexações e gastos automáticos, é necessário empoderar as regiões que têm potencial para crescer com sustentabilidade. A Amazônia é uma delas. E talvez a mais importante.
“A recente transição de comando no Pacto Global da ONU Brasil após denúncias de assédio mostra o quanto as instituições estão sendo cobradas a alinhar discurso e prática.”
Aprendi que o ESG não é um checklist — é um caminho. E nesse caminho, não caminhamos sozinhos. Andamos com quem compartilha da mesma fé no território, no diálogo e na ação concreta. Por isso, sigo aprendendo. Mas agora com a certeza de que as indústrias da Amazônia têm o que mostrar, o que ensinar e, sobretudo, o que oferecer para o futuro do Brasil.
Em tempos de crise global, a Amazônia não é um problema a ser contido, mas uma promessa a ser cumprida. Mas essa promessa precisa de meios. De alianças. De visão. E, sobretudo, de um Brasil que esteja à altura do seu próprio território
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.