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A Universidade como Arquitetura de Prosperidade – Ciência, Inovação e Empreendedorismo para uma Amazônia Sustentável

Do financiamento industrial à vocação regional: o papel da universidade pública na formação de empreendedores da floresta, articulando conhecimento, território e futuro.

Distribuição de Renda e Zona Franca de Manaus

”Revisar a distribuição de renda no Brasil é revisar o pacto nacional de desenvolvimento. O fortalecimento da renda das famílias brasileiras é combustível direto...

A Zona Franca de Manaus precisa ser compreendida – e não rotulada

A Zona Franca de Manaus é um projeto nacional que resiste, há décadas, ao abandono da infraestrutura, à instabilidade tributária e às visões simplistas sobre o desenvolvimento regional. Quem quiser conhecer de perto nossa realidade, será bem-vindo. Venha ver com os próprios olhos. Venha ouvir as vozes que constroem – com dignidade, ciência e esperança – uma economia que respeita o Brasil profundo e suas florestas vivas.

“Sobrevivam como puderem” — o pacto cínico contra a Amazônia que dá certo

A ideia de que os incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus seriam suficientes para garantir o desenvolvimento da Amazônia é uma falácia cruel. Esses incentivos não são um privilégio, mas a contrapartida institucional mínima diante da distância, dos custos logísticos, da ausência do Estado e das barreiras impostas pelo próprio sistema tributário nacional. Na verdade, a contrapartida fiscal é um contrato com o governo brasileiro no contexto da redução das desigualdades regionais. Então, não há renúncia. Há um amontoado de benefícios de mão única para os cofres da Receita.

Serafim Corrêa, a ZFM e a matemática da honra

Em tempos de narrativas fáceis e números manipulados, ouvir Serafim Corrêa é como reencontrar a razão em meio ao ruído. Sua fala na 314ª reunião do CODAM, nesta terça-feira, foi mais que uma defesa da Zona Franca de Manaus (ZFM). Foi um chamado à decência federativa.  Porque não se trata apenas de proteger incentivos — mas de afirmar a dignidade de um povo, a soberania de uma região, e a inteligência de um modelo que gera desenvolvimento com floresta em pé.

Reconectar a Amazônia ao mundo: infraestrutura, soberania e oportunidades na nova geopolítica global

A Amazônia não pode continuar sendo tratado como exceção ou passivo. Ao contrário: a floresta em pé, a ciência aplicada, a industrialização limpa e o conhecimento dos povos amazônicos devem ser reconhecidos como ativos centrais do novo ciclo de desenvolvimento nacional.

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Mato Grosso avança em bioeconomia e baixo carbono, mas pressão do agro desafia florestas, povos tradicionais e conservação ambiental.

O alerta Seráfico! 

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José Alberto da Costa Machado e a inteligência de servir à Amazônia

Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.