Iniciativas inscritas mobilizam cadeias de produtos e serviços socioambientais, artesanato, arte e moda sustentável, produtos alimentícios, soluções tecnológicas, óleos e manteigas, açaí e outras palmeiras etc.
Um grupo de empresas, organizações da sociedade civil e representantes de Povos Indígenas brasileiros encaminhou ao Congresso dos Estados Unidos uma carta em favor da proposta...
“O setor se diversificou barbaramente, com novos players tomando decisões, e só o consumidor, quem paga a conta, é que não participa delas”. A frase é...
Dados são de pesquisa da Fundação Amazônia Sustentável
Uma pesquisa de opinião realizada em Manaus pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS) aponta que 72,6% da população...
O Instituto Clima e Sociedade (iCS) divulgou dados de uma pesquisa de opinião sobre a maior floresta tropical do planeta. De acordo com o levantamento, 85%...
A empresa norte-americana Amazon anunciou uma parceria com a ONG The Nature Conservancy (TNC Brasil) para investir em um projeto de remoção de carbono através da...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.