A modernização sustentável, essencial para a transição energética, depende de redes inteligentes capazes de armazenar e redistribuir energia, garantindo eficiência e sustentabilidade.
Por Alfredo Lopes...
Um estudo liderado por pesquisadores brasileiros, publicado na revista científica Science, aponta um cenário alarmante para a biodiversidade da Mata Atlântica. Segundo a pesquisa,...
Um grupo de pesquisadores do Brasil e do Reino Unido, liderados pelo cientista Edward Butt da Universidade de Leeds, descobriu que o desmatamento da...
Cúpula das Três Bacias teve início nesta quinta-feira, na capital do Congo, com a expectativa de formar uma coalizão de líderes das bacias florestais...
A Amazônia, conhecida por seu papel fundamental no equilíbrio climático mundial, enfrenta mais um desafio alarmante: a mudança climática estão afetando a capacidade de...
A Amazônia já paga caro pela distância, pela dependência hidroviária e pela instabilidade histórica de investimentos estruturantes. Agora, paga também pela volatilidade climática. Ignorar essa soma é condenar a região à desvantagem permanente.
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.