O superintendente Bosco Saraiva ressalta que a necessidade de modernização da Zona Franca de Manaus ocorre em um cenário global em transformação, impulsionado por eleições em países como Estados Unidos, Argentina, Venezuela e Alemanha.
Estudo aponta que a falta de conexões mais fortes entre setores impede a otimização de investimentos e o alcance de resultados mais eficazes na bioeconomia amazônica.
Após pressão por explorar novas áreas de petróleo, ministro Alexandre Silveira também declara que o país deveria avançar na exploração do gás de xisto, atualmente importado da Argentina.
O fortalecimento da cadeia da borracha é considerado uma solução sustentável para manter a floresta em pé e garantir renda justa aos seringueiros da Amazônia.
O uso do caroço de açaí e força dos rios como matriz energética traz benefícios tanto para o meio ambiente, quanto para quem usa, proporcionando praticidade e eficiência.
O programa oferece mentorias, workshops e oportunidade de networking para startups que utilizam tecnologia para atuar em regeneração ambiental, bioeconomia e outras soluções de inovação climática.
A expansão da Zona Franca não retira empregos do Sudeste. Muito pelo contrario. Amplia encomendas para a indústria paulista, fortalece a segurança hídrica do agronegócio e preserva a floresta que abastece de chuva os reservatórios brasileiros.