A presença de mata na região contribui para a estabilidade do solo, qualidade da água, sobrevivência de espécies e distribuição de chuvas pelo território nacional.
Segundo o órgão, as queimadas que chamaram a atenção do mundo a partir de agosto de 2019, "parecem ter sido um sintoma da perda de florestas primárias, mais do que uma causa direta".
“Enquanto os esforços europeus buscam cadeias de suprimento não vinculadas ao desflorestamento, a atual tendência crescente de desflorestamento no Brasil está tornando cada vez mais difícil para empresas e investidores atender a seus critérios ambientais, sociais e de governança”.
Carta de pesquisadores brasileiros publicada na Science contesta a dissociação entre desmatamento e queimadas usada como argumento pelo governo Bolsonaro.
Com indústria, infraestrutura, ciência e biodiversidade, o Amazonas pode transformar a segurança jurídica conquistada até 2073 em uma estratégia duradoura de desenvolvimento, geração de renda e integração regional.