Segundo nota técnica do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), a proporção do fogo ligado a desmatamento mais que dobrou no último ano, chegando a responder por 34% das causas de focos de calor, em relação aos anos de 2016 e 2017, quando era 15% do total.
Reações ao estudo publicado na revista Science, mostrando a ilegalidade na agropecuária brasileira, confirmam as “maçãs podres” do agronegócio mencionadas no título do estudo. Parte do setor prefere atirar no mensageiro ao invés de acolher os fatos e buscar soluções pautadas na ciência e no diálogo construtivo.
No último domingo (20), o Fantástico (TV Globo) revelou informações do inquérito que a Polícia Federal está conduzindo sobre a responsabilidade de fazendeiros em focos de queimadas no Pantanal
Esse governo tem uma formação muito fraca. Eles têm, infelizmente, o que chamo de ignorância autoritária. Se o ministro Ernesto de Araújo, antes mesmo de entrar no governo, disse que essa questão de mudança climática é um complô marxista, que não existe aquecimento global porque ele fez uma viagem para a Itália no verão e estava fazendo frio, se ele tem a coragem de dizer isso em público, que é de uma imbecilidade estupenda, o que a gente pode esperar?
Com indústria, infraestrutura, ciência e biodiversidade, o Amazonas pode transformar a segurança jurídica conquistada até 2073 em uma estratégia duradoura de desenvolvimento, geração de renda e integração regional.