Esta é uma estória sem agá nem pudor, com capítulos sombrios e numerosos, que suprimem ou adiam empregos, oportunidades, a diversificação da produção, maior distribuição da riqueza que, ironicamente, quando gerada, é abocanhada pelo poder público, o mesmo que engasga seu desabrochar.
A riqueza aqui gerada precisa ser usada na região para remover os índices escabrosos de desenvolvimento humano de nossa gente. Isso é absolutamente urgente e fundamental, como é, também, inadiável, a reedição das medidas emergenciais da economia.
Está na hora de abraçar esta jornada - financiada exclusivamente com os recursos de nossas empresas - sem precisar depender das decisões alheias ao nosso quintal. Eis que a cadeia produtiva e do conhecimento se dão as mãos, permitindo que o avanço tecnológico se conecte em todas as direções, do chão de fábrica ao promissor e gerador de oportunidades que é o nosso bioma florestal. Que tal?
Por que o Brasil não dá a menor importância para esse almoxarifado biótico? E o que é pior: não deixa ninguém se habilitar a fazê-lo. Quer dizer, a venda de terras para estrangeiros e o contrabando do germoplasma e recursos minerais correm soltos.
"Estamos questionando a que se destina esse veto à livre iniciativa que nos suprime empregos, impede a evolução tecnológica, bloqueia a qualificação de nossos...
A legislação que define as regras para o setor de saneamento foi aprovada pelo Congresso e sancionada em julho do ano passado pelo presidente Jair Bolsonaro com 11 vetos.