O projeto da Zona de Desenvolvimento Sustentável dos Estados do Amazonas, Acre e Rondônia (Amacro) tem lançamento previsto para os dias 19 e 20 de abril
“O que precisamos é de respeito não apenas à lei mas ao nosso direito de ver aplicada nesta região a riqueza que geramos como mandam os estatutos legais. O resto é muito simples de entender: precisamos, sabemos e queremos trabalhar”.
“As mortes da pandemia deveriam servir para algum aprendizado. Por outro lado, quando nem a vida humana tem importância, por que uma região teria importância? A bioeconomia faz parte do futuro da Amazônia, mas não é uma saída rápida para encerrar o ciclo da ZFM. Cuidado com as ilusões!”
“Somos e estamos vulneráveis, como ilustra a redução das alíquotas de importação de bicicletas e a redução de 10% nas NCM’s dos eletros eletrônicos. Portanto, está em nossas mãos salvar ou esvaziar a ZFM.”
Durante o evento, o superintendente da Suframa, Algacir Polsin, destacou ações que a Autarquia vem desempenhando no sentido de ampliar o desenvolvimento regional, descentralizando as ações de Manaus, que concentra o Polo Industrial. “Consideramos que o modelo Zona Franca de Manaus que engloba os quatro estados da Amazônia Ocidental mais Macapá e Santana, no Amapá, tem que espraiar riqueza e desenvolvimento e estamos envidando esforços nesse sentido” afirmou.